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Receitas que avó fazia no fogão a lenha são o ponto de partida da criação do Divino Fogão

Um caderno de receitas com comida de vó do interior foi a inspiração para a criação do que hoje é uma das principais redes de comida regional do país, o Divino Fogão.

A ideia surgiu há mais de 30 anos, quando Reinaldo Varela e mais dois primos começaram o negócio, aproveitando as receitas que a avó Luiza Marques de Oliveira criava e guardava em um caderno escrito à mão por ela. Os pratos eram preparados num fogão a lenha na fazenda da família em Mirandópolis, cerca de 594 km a noroeste de São Paulo.

Em 1984, Varela e os primos abriram o São Paulo I na capital paulista. Quatro anos depois da inauguração, os primos Álvaro Marques de Oliveira e Luiz Antonio Marques de Oliveira deixaram a sociedade porque queriam voltar para o interior e retomar as antigas profissões.

Varela, administrador de empresas, comprou a parte deles e passou a tocar o negócio com a mulher, Nani. Seis anos depois, ele abriu a primeira franquia. Atualmente a rede possui 182 unidades no país e deve chegar a 190 até o final do ano.

Entre as receitas da avó que entraram para o cardápio do restaurante estão polenta frita, galinhada, rabada, arroz carreteiro e frango alho e óleo. O tempero de cada uma foi adotado pela rede.

Em 2008, mesmo ano da morte da avó, a rede passou a se chamar Divino Fogão, após concurso com sugestões de clientes. A mudança de nome veio com a abertura de uma unidade em Campina Grande (PB), a primeira fora do Estado de São Paulo e a 50ª da rede.

Hoje, o cardápio da rede oferece outros pratos tradicionais da fazenda, como torresmo, linguiça, tipos diferentes de arroz, carne de panela com banana da terra, carne de sol com mandioca cremosa, costelinha suína com molho de goiaba e frango com quiabo, além de 17 combinações de saladas, grelhados e sobremesas. O quilo custa R$ 58,90, e seus clientes costumam gastar, em média, R$ 26,90 em uma refeição.

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